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Tanucha

um blog para descarregar as tanuchisses, ou melhor parvoeiras que passam por esta mente

Tanucha

um blog para descarregar as tanuchisses, ou melhor parvoeiras que passam por esta mente

Estava a ver que não conseguia vir cá esta semana,  tenho andado a acelerar no trabalho devido a entrar de férias na próxima semana, e como o trabalho não se faz sozinho tenho que fazer um esforço sempre que vou de férias. Mas é por um bom motivo.

 

O fim de semana que passou foi calminho.

No sábado fomos ver o homem da casa a preparar o campo para o torneio de tutebol que se realiza esta semana, por isso os nossos serões têm sido a ver jogos de futebol.

 A piolha delira com a algazarra, com a bola, com a multidão e está sempre a chamar pelo papá, adora vê-lo jogar é uma autêntica adepta da modalidade, ou será fão nº 1 do pai?

 

Fui a uma loja dos chineses na sexta-feira e comprei um carrinho de passear as bonecas, e a porquinha simplesmente adorou!! Agora anda a passear os seus bebés, como se fosse uma menina crescida.

 

 

 

 

 E está a ficar uma refilona, no Domingo até mandou calar o avô e já me mandou calar a mim quando o cd das músicas do panda está a tocar e eu e o morzão vamos na conversa. Até a formiga tem catarro.... Também fala o roto para o nú, eu cá não me calo, sou uma refilona por natureza, sou a 1ª a manifestar-me contra alguma injustiça. Por isso é melhor estar caladinha.

 

 

 

Está uma castiça!!!

 

Hoje pela manhã era esta a minha cara.

 

Mas como eu gosto de enfrentar a vida com um sorriso, vamos embora Manel que o dia hoje promete.

Tanucha au naturel.

 

Sei que uma maquilhagem fazia milagres nesta trombinha, mas que se lixe. Lavar a cara com sabão azul e colocar um creme hidratante já é bem bom, sei que daqui a uns anos me vou arrepender, mas não tenho paciência para mais.

 

Isto tudo para vos mostrar o tamanho da juba bem curtinha. Que tal gostam?

 

Finalmente fui fazer a manutenção das unhas, estavam enormes, até tinha uma que já tinha partido. Isto de andar em limpezas de obra, não é fácil!!

 

 

Estão num rosa bem forte, quase parece fluorescente, bem ao estilo da praia. E para condizer com o corte de cabelo, agora também estão bem curtinhas, para não estorvarem nas mudanças.

 

 

Deixo-vos uma música, que não consigo evitar de adorar e para variar bem portuguesa .

 

 

 

Inté!

Hoje vinha aqui queixar-me da angústia que foi ontem, 1º dia de saldos , ter ido à caça de umas boas compras para mim,e quando cheguei às lojas deparei-me com a inexistência de produtos em saldos, mas sim de novas colecções pois os produtos tinham voado todos com as promoções, reduções, rebaixas, chamem-lhe o que quiserem.

 

E depois......

 

Ao fazer a minha leitura pelos blogs que passeio deparo-me com esta história que vi neste blog, e dei um chuto nessas futilidades, e resolvi ajudar. Sendo assim passo aqui a transcrever e peço desde já desculpa por ser longo; 

 

Tia preta

"Ontem recebi um telefonema e, do outro lado, uma voz quebrada disse:
- Olá, daqui é a tia preta!
Fiquei contente por a ouvir mas, logo depois, entristeci. Entristeci muito. A tia preta, que lutava há anos contra um cancro na mama, ligou-me para informar que, agora, apareceu-lhe um cancro na cabeça, inoperável. E falou, pela primeira vez, num tom que, sem ser de despedida, era. Doeu-me fundo.
A tia preta não merecia. Não ela. Não sabem que é? Deixo um texto que escrevi sobre ela, para as Selecções do Reader's Digest. A tia preta é boa. Tem um coração enorme. E é completamente estúpido e inútil que morra, assim. Para mim, ela é mais uma das provas de que estamos, sobretudo, nas mãos da sorte. E ela não tem tido sorte.
Hoje estou triste. E ainda com mais medo do que a sorte me/nos reserva. Infelizmente, não basta ser bom para se ser recompensado.


«Tia, vou à cozinha comer cereais, está bem?». Lizete Baessa ainda não tinha acabado de dizer que sim, «claro meu querido», quando outra voz atropelou a primeira: «Tia, ela não me deixa brincar…». A tia não perde tempo e apressa-se a chamar Lara: «Então? Porque é que não brincas com o Polho?». Lara explica que o miúdo, minúsculo e com ar de reguila, quer ficar com os brinquedos todos. Lizete admoesta o pequeno, pede que façam as pazes, «Vá, vão lá brincar juntos, vá», e claro que nisto um outro pedido se sobrepõe: «Tia, desculpe interromper… Vou só ali ao escritório buscar baunilha, está bem?» E ainda a tia preta ensaiava um «claro, meu amor» quando uma nova súplica se escutou: «Tia…»
Lizete Baessa tem 57 anos e no seu bairro, em Chelas, ela é a «tia preta». Todos a conhecem assim, todos são seus sobrinhos. A sua casa, o seu T2, que comprou à Câmara Municipal, não é sua, na verdade. É de todos os que queiram entrar. Mas não é só entrar. Não é só entrada por saída. A sua casa está aberta para tudo o que se queira. As crianças são livres de chegar de manhã, de tarde, de noite. De comer, tomar banho, ver televisão, fazer os trabalhos de casa, passar a noite. As crianças podem ter mãe e pai mas são, todas elas, os seus meninos. «São os meus meninos, sim. A partir do momento em que entram em minha casa, os miúdos são meus. Os filhos são deles, dos pais deles, mas os miúdos são meus.»
A tia preta vive há 15 anos no bairro de Chelas. Uma zona degradada onde os problemas sociais gritam em cada porta, em cada janela, em cada família. Lizete chegou há 15 anos e não tardou a fazer amigos. Um rapaz ajudou-a a montar a mobília, ela em troca oferecia-lhe comida. Daí a conhecer a irmã foi um instante. E a irmã tinha um bebé de um ano, o Pipo, a quem de imediato ganhou afeição. «Dá-me o teu menino», dizia Lizete à mãe, com o sorriso grande que é a sua marca. Certo é que o Pipo começou a frequentar a casa como quem frequenta a creche. Todos os dias. E depois dele, a irmã, Liliana. E por arrasto os outros, do prédio, das casas do lado, das ruas de trás. Pipo tem hoje 15 anos. Continua a entrar na casa da tia preta como quem chega ao seu próprio lar. Ele, a irmã, e todos os miúdos que se sentem ali melhor do que na casa onde vivem os familiares.
E, no entanto, não é bem como quem entra na sua própria casa. Muitos destes miúdos têm tudo para ser problemáticos. Muitos deles nasceram e vivem em famílias disfuncionais. Muitos terão comportamentos agressivos, muitos poderão ser revoltados, muitos serão como um pé-de-vento nas suas casas. Mas nada disso se nota, nada disso se sente na casa da tia preta. Ali há um respeito que é raro. Todos, dos dois aos 17 anos, pedem «por favor», todos dizem «obrigado», «com licença», ninguém levanta a voz. Se a tia preta diz não, é não. Se a tia preta diz sim, é sim. Naquela casa, têm todos uma educação tão esmerada que parecem fazer parte da mais nobre das famílias. O respeito nota-se até no modo como olham Lizete, um misto de ternura, gratidão e deferência.
«Aqui há regras. Eles respeitam-nas e não é preciso muito. Todos sabem o que fazer, todos sabem como funciona a casa, todos ajudam, como numa família. Claro que às vezes me zango. Tenho ali a ‘sete e quinhentos’ para me ajudar, e o banco do mocho. Qual é a casa onde uma mãe não se zanga com os seus meninos?» A «sete e quinhentos» é uma colher de pau que, apesar de nunca ter tido uso, serve de ameaça séria sempre que alguém foge da linha. O «banco do mocho» é uma pedra que existe à porta de casa, para onde vai quem se porta mal e tem de ir pensar na vida.
A partir das cinco da tarde e até à uma da manhã, a casa de Lizete Baessa é uma verdadeira instituição. Os miúdos começam a chegar da escola e vão ficando. Uns lancham, fazem os deveres e vão embora, outros jantam, outros ficam para dormir. Nunca se sabe. Às vezes, também vêm almoçar. «Ligam da escola a dizer que não gostam do almoço. Perguntam se podem vir comer umas salsichas. Claro que podem. Há sempre comida para mais um.» Para tudo isto, Lizete não conta senão consigo. E com a ajuda de quem, de repente, se lembra dela e da sua «obra» e lhe traz arroz, açúcar, massa, salsichas, atum. De resto, é ela quem gere a casa e os seus meninos. Tudo o que ganha vai para esta família alargada. E a vida, ainda por cima, não quis ser meiga para com ela.
Há quatro anos, esta ex-secretária teve de deixar de trabalhar porque teve de ser operada a uns pólipos que lhe apareceram nos intestinos. Ela não sabe se era o corpo a dar o aviso para algo pior. A verdade é que, dois anos depois, estava no duche, a cantar, como sempre, e de repente calou-se. E assim ficou, calada, com três mamas em vez de duas. Lizete soube imediatamente. «Pensei: estou feita. Percebi logo. Fui à médica de família no dia seguinte de manhã. E passado muito pouco tempo estava no IPO [Instituto Português de Oncologia]. Fui muito bem tratada. O meu carcinoma no peito media 7 centímetros. Estive um ano a fazer sessões de quimioterapia, para o reduzir. Depois fui operada, fiz 36 sessões de radioterapia, e agora continuo com a quimio, duas vezes por mês. Vamos ver… Está estável.»
Quando chegou ao IPO só pediu que não lhe escondessem nada: «Disse: senhor doutor, eu vivo sozinha numa casa cheia de crianças. Preciso de saber o que vai ser de mim, para os poder reunir e explicar.» E assim foi. Nesse dia, há dois anos, reuniu os seus meninos. E colheu reacções fabulosas. A reacção que mais a comoveu foi a dos que fugiram: «Houve um grupo que desapareceu. Disseram: ‘A tia vai morrer. Vamos ficar sem a tia’. E não quiseram esperar para ver. Não quiseram assistir a esse abandono. Foi o modo que tiveram de negar mais um sofrimento, mais uma perda nas suas vidas. Fugiram. Negaram-se a serem deixados. Comoveu-me isto. Mas eu cá continuo! E tenciono continuar!»
Continua e garante que são os seus meninos quem lhe dá força. «Acho que se não os tivesse não estaria aqui, cheia de energia, como se isto do cancro não fosse nada comigo. No dia em que vim do hospital, eles encheram-me a casa, como sempre, e não me deixaram ir à cama. Eles não me deixam parar, sabe minha querida? São a minha alegria. São a minha vida.»
Na casa do lado, vive Pedro. O tio Pedro. É ele que a apoia. É ele quem entra, enquanto a conversa decorre (interrompida mil vezes pela palavra «tia» suplicada por uma voz infantil), para levar roupa para secar. Roupa dos meninos, claro, que ali – como em qualquer casa onde vivem crianças – também se trata das roupas. «Dantes, quando eu tinha loiça em vidro, eles às vezes partiam um prato, um copo. E lá iam a correr bater à porta do tio Pedro para pedir que lhes arranjasse um prato dos seus, um copo dos seus, para eu não me zangar. Coitado! O desgraçado ficou sem serviço. E eu aprendi a lição: agora tenho um serviço de plástico! Mas acredita que também se parte?»
O tio Pedro tem a chave da casa da tia preta. As regras estão definidas. A tia sai e deixa a chave na porta ao lado. Quem chegar primeiro (ela ou uma das muitas crianças) apanha a chave e entra em casa. Às vezes é Lizete quem chega primeiro, outras vezes quando entra já lá está um, dois, dez, vinte. «No Verão chegamos a ser 25 à mesa. Faço uma grande tachada de frango frito ou salada russa. E comemos. E somos felizes. Eles falam comigo sobre tudo o que querem. Às vezes dizem: ‘Tia, preciso falar-lhe’. E eu só pergunto: ‘A sós ou falamos aqui todos?’ E às vezes eles dizem: ‘Hoje é só com a tia’. E eu oiço, dou conselhos, carinho… o que eles precisam. Sobre os pais não sei nada. Não quero saber. Não sei se ganham 100, 200, não sei nem me interessa se ganham mais do que eu. A mim interessam-me os miúdos. É por eles que eu quero fazer alguma coisa. É a eles que eu quero deitar a mão. Segurar. Ter em casa, debaixo de olho.»
A verdade é que ali estão entre iguais. A verdade é que ali têm regras. Têm alguém que lhes pergunta pela escola, pelos trabalhos de casa, pelos testes. Alguém que puxa as orelhas na hora certa. E aplaude quando deve de ser. Alguém que dá comida e colo e limpa o rabo. «Só gostava de ter uma casa maior, para receber mais meninos, ou os mesmos mas com outras condições. E, claro, se pudesse ter mais vezes carne e peixe para lhes dar…». Lizete não tem ajudas. Ou tem, pouquinhas. «Ainda agora fui fazer um contrato com a EPAL… recebi uma factura muito alta para pagar e tive de combinar um pagamento a prestações…», sorri. «O que é que eu hei-de fazer, minha querida? O que é que eu hei-de fazer?»
Fábio tem 16 anos e já perdeu a conta aos anos que frequenta a casa da tia preta. «Essa tia é uma senhora exemplar. Porque nos acolheu, porque nos acolhe, porque nos dá a mão. Porque não nos deixa ficar mal, e podemos contar sempre com ela.» Com ela, com o seu colo, com o seu sorriso. Lizete Baessa é a tia preta. É a mãe (ela que nunca foi mãe de verdade, no sentido de transportar um bebé no ventre), é o pai, é a família que muitos não têm. E que outros têm, mas que só debaixo da sua asa parecem encontrar a paz para poderem aprender a voar. *

*Este texto foi publicado na revista Selecções do Reader's Digest

Ajudar a tia preta

Liguei-lhe agora. Disse-lhe:
- Tia preta... tenho aqui uma série de pessoas que a querem ajudar. Do que precisa?
- Ah... Carne e peixe. De carne e peixe preciso muito.
- É? E mais?
- Azeite e leite.
- Ok. E para si, tia?
- Saúde, que é o que não tenho.
- Oh, tia preta, mas saúde eu não lhe posso dar, infelizmente. Há algum miminho, alguma coisa que gostasse, que se soubesse bem?
- Umas cerejinhas. Poucas, para não se estragarem.

Hoje ainda vou levar umas cerejinhas à querida tia preta. E carne, também.
Quanto a vocês, se quiserem conribuir com carne, peixe, azeite e leite... acho que ela ficava muito feliz. Porque os seus meninos são a sua razão de viver, e ela agora precisa ainda mais de se agarrar a eles (e eles a ela).


A morada para onde podem enviar as coisas ou onde as podem entregar pessoalmente (se for carne e/ou peixe ou se tiverem vontade de a conhecer) é:
Rua Ricardo Ornelas, 375, R/C dto.
Bairro da Flamenga
Chelas
.
1950-331 Lisboa

Isto fica perto do parque da Bela Vista, onde se realiza o Rock in Rio. Procurem no Google Maps e depois é perguntar na rua, que toda a gente a conhece."

 

 

 - Este texto foi integralmente copiado do blog "cócó na fralda". Acho que é um bom motivo para copiar um texto.

 

Houve alguém que deu a ideia de fazer uma encomenda num hipermercado online, e dar a morada de entrega a casa da tia preta, façam como quiserem, mas ajudem....

 

Se todos ajudarem um bocadinho podemos tornar o mundo um bocadinho melhor.

 

Já dissia John Lennon: " You may say I'm a dreamer, but I'm not the only one"

 

Não concordam?

 

 

No fim de semana, para variar andámos em limpeza desta vez a amiga-madrinha também foi ajudar e que bem que soube, adiantámos muito serviço.

 

Sei que não consigo meter tudo a brilhar, e que só com o dia-a-dia é que as coisas vão ficando melhores.

 

Mas lá andamos, como abelhinhas trabalhadoras.

Para terminar a tarde em beleza fui ao cabeleireiro mandar uma tesourada na juba.

 

Não se nota muito bem, mas está bem curtinho. Tiraram-me um peso de cima.

 

A moça que ía começar a cortar-me o cabelo até estava transtornada, teve que lá ir outra sem dó nem piedade agarrou-se à navalha e já está.

 

Fiquei contente!!

 

Nessa foto parece que estamos bem morenas, mas ainda nem nos estreámos na praia.

 

E para terminar o dia melhor ainda fomos à mariscada, a Sô Dona Carlota adorou chupar as cascas da amêijoa que tinham um molho divinal, vejam só.

 

 

 

 

 

 
É uma lambona, sai aos pais.....
Contra factos não há argumentos!

 

 Alguém vai levar umas arrochadas no lombo, por tornar esta foto pública, ah pois vai.....

O You tube esteve em manutenção e não conseguia aceder aos meus vídeos.

 

Cá fica o vídeo da festinha

 

 

Não está grande filmagem, mas dá para guardar para a prosperidade.

 

E a porquita a dançar.

 

 

 

Foi um bom convívio.

 

Na sexta-feira foi a festinha de fim de ano da escolinha da Carlota, cada um levava uma sobremesa e havia sopinha, sardinha e febras assadas, para comermos no fim do espectáculo apresentado pelos meninos.

 

A Carlotita delirou com a festa estava contentíssima.

A canção da salinha dela era na Quinta do Ti Manel e claro que ela só podia ser uma porquinha.  

 

A madrinha foi comigo logo no inicio da festa, ainda a fomos buscar à salinha ela teve que se mostrar a andar no cavalito.

 

Não liguem à minha voz esganiçada.

 

 

 

Os meus dois amores.

 

 

As duas porquinhas

 

 

E a porquita junior com a madrinha

 

 

 

 

 

 

 

Já a imagino daqui a uns anos em plena Azambujeira, Paredes de Coura ou Rock in Rio.

Vai ser bonito vai.

 

 

 

Não estou a conseguir publicar o vídeo.

Logo à noite tento novamente.

 

 

 

 

Esqueci-me de fazer o registo da consulta da piolhita dos 15 meses.

 

A Sô Dona Carlota, enquanto esperávamos entreteu-se a desarrumar os jornais e revistas que se encontravam em cima da mesa da sala de espera, e a meter-se com toda a gente que passava, é uma descaradona.

 

Quando chegou a nossa vez, a piolhita agarrou-se ao dedo do pai e foi andando, a Drª. disse que já levava metade da consulta feita. Hihihi!!!

 

Está impecável, e ela ficou fascinada com um jipe que a Drª tinha em cima da secretária, que quando tivemos oportunidade comprámos logo uma ambulância do Inem para a moça brincar.  Quero lá saber de os pópós serem para os meninos, eu também brinquei com popós e aos polícias e ladrões, e eram as brincadeiras que eu mais gostava.

 

Em relação ao sopro a Drª só ouve quando faz auscultação com a porquita deitada, vamos lá ver como vai correr a consulta de cardiologia em Agosto.

 

Está com 74 cm, e pesa 9kgs está elegante, mas saudável, sempre assim foi. Continua no mesmo percentil desde que nasceu.

 

Em relação à alimentação, papa de tudo é uma boa boca. Os nossos amigos até já a chamam de lateira.

 

Continua faladora e muito expressiva.

 

 

 

 

 

 

 

 

Vou confessar, quem me dá um pãozinho com manteiga dá-me tudo.

Pode haver fiambre, queijo, mortadela, salpicão, etc...

Mas manteiga da boa, não é margarina é mesmo manteiga com sal.

Adorooooooo

click to zoom

(imagem googleada)

 

É só a mim que este anúncio irrita??

É estúpido e ao mesmo tempo não consigo tirar os olhos da televisão, quando está a passar.

 

 

 

 

Peço-vos desculpa, de voltar a falar de unhas, mas a Rita (do blog o meu pimpolho) comentou o meu post das unhas, e disse que como ela é enfermeira não gosta de ver as unhas grandes e com cores garridas, e fez-me lembrar o seguinte episódio:

 

Na minha última semana de gravidez fui até à maternidade a Coimbra fazer o registo, e como era a 1ª vez que aparecia por lá tive uma consulta com a médica de serviço. Nem era simpática nem antipática, era aquele gênero de pessoa que está ali a fazer o seu trabalho e não a chateem.

 

Quando me manda passar para a marquesa para fazer o exame ginecológico eu olhei para as unhas dela e assustei-me. Tinha umas unhas enormes, de cor vermelha, e eu já imaginava a Drª a rasgar-me a placenta, ou a ficar com uma unha dentro das minhas partes íntimas.

 

Sou mesmo uma tontinha!! A Drª tinha luvas. Dah!!!!!!!

( imagem googleada) 

 

Concordo plenamente com a Rita, à certas profissões que também não gosto de ver, e também acho que não devem dar grande jeito.

 

Claro que gosto delas não muito grandes, para não acontecer como a Srª que trabalha num banco nesta cidade que tem que usar uma caneta para teclar. Valha-me Deus!!!

 

E nem só profissionalmente, imaginem essas unhas a limpar o traseiro depois de fazer a descarga, devem ficar com as partes todas arranhadas.